Portugal, potência nuclear?...
A actividade política em geral, mas muito em especial a que se pratica frequentemente em Portugal, reserva-nos por vezes -. E muito mais frequentemente do que seria de esperar e muitas vezes de desejar, surpresas de deixar todos os portugueses – e talvez que ao próprio responsável pelas mesmas - de olhos esbugalhados e bocas escancaradas, dado que nem os próprios serviços secretos, mesmo que reforçados com especialistas no uso de avental, lograram descobrir o que acaba por vir a público! É verdade, meus amigos, e não duvidem um só segundo do que afirmo, pois que em último recurso recorrerei aos diversos meios de comunicação social, para comprovar esta tão atrevida afirmação: Portugal é uma potência nuclear! E a mesma não se destina a fins pacíficos (do mal o menos, dirão os anti-nuclear )mas a fins bélicos e a usar contra as grandes potências europeias, pelo menos para já, dado que nenhum país estará a salvo de tão terrifica ameaça. E o mais surpreendente é que a descoberta e a ameaça do seu uso foram feitas por um cientista vivendo na área de um grande partido que, de modo geral, sempre se tem oposto ao uso, principalmente para uso interno, de tal energia: Pedro Nunes dos Santos é o seu nome e desde já o considero um sério candidato ao próximo Nobel da Física. Na verdade, um país de tão reduzidas dimensões conseguir, com também reduzida capacidade económica e financeira, produzir, e em segredo absoluto, talvez que contando apenas com a poética colaboração de Manuel Alegre, uma bomba atómica capaz de destruir, de uma só vez, todas as dívidas de Portugal para com os seus credores, é obra! A não ser que se trate de um amante, nas horas que o pesado trabalho político lhe deixa livre, da física nuclear e que o seu cérebro tenha sido afectado por qualquer fenómeno radioactivo, que o tenha convencido de uma descoberta que não passe de uma simples miragem. Mas, para bem das finanças de todos os portugueses, espero sinceramente que assim não seja. De qualquer modo, como devem estar amedrontados, os nossos credores!
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