quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Que ninguém falte à chamada!

Contra o Regime, marchar, marchar…
Muito embora tenha, como referi no último texto, abandonado o estatuto político de Independente, nada me impede de, como simples cidadão, continuar a publicitar as minhas opiniões, até porque considero este procedimento uma obrigação inerente à CIDADANIA, que tanto defendo.
Na verdade, nenhum cidadão, minimamente consciente, pode ficar indiferente, quando confrontado com os sucessivos casos de corrupção, e não só, envolvendo um conjunto de personalidades das mais diversas áreas- aqui parece que há, na verdade, uma democracia- com destaque para políticos ou ex-políticos e banqueiros, esperando que algumas outras classes profissionais não se sintam injustamente descriminadas e compreendam quão fastidioso seria referir todas as actividades com personalidades praticantes do tipo de democracia que atrás referi…
Felizmente, e para que nem tudo seja mau, parece que algo de novo começa a surgir no âmbito da justiça, muito embora com um problema: é que será gritante a falta de prisões, caso o futuro demonstre a razão de ser da esperança que aos cidadãos de corpo inteiro se depara. E, como já tenho referido, se mão-de-obra, na especialidade de pedreiro não faltará, para a construção de novas prisões, há que acautelar o fornecimento, em tempo oportuno e em quantidade adequada, de pulseiras electrónicas…
E as próprias empresas de transportes rodoviários sairão extremamente beneficiadas, dada a diversidade de prisões com hóspedes ilustres, muito embora o turismo em Évora possa ser prejudicado.
E, segundo tudo indica, o sector da saúde parece também querer disputar o campeonato da corrupção, mas penso que, aqui, nem o uso se medicamentos lhes dará qualquer hipótese! E terão mesmo de ser agentes externos ao sector, a tratar da saúde a alguns atletas que, de acordo com o que tem sido noticiado, serão mesmo de “alta competição”, o que a qualidade dos prémios parece confirmar.

Por tudo isto, só possível num regime totalmente permissivo e em que muitas das leis já são feitas com o intuito de beneficiar futuros infractores e em que frequentemente se localizam situações em que os  principais responsáveis por legislação promulgada se encontram dos dois lados da barricada, por tudo isto, dizia, só há uma solução: contra o regime, marchar, marchar…E a expressão militar tem toda a razão de ser, dado que a revolução de que o país tanto necessita, só é possível com a utilização de uma arma, aliás, que quando bem utilizada se revela mortífera, mas que muitos portugueses se têm esquecido de utilizar e com eficácia: a ARMA DO VOTO!

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