terça-feira, 7 de janeiro de 2014

E a oportunidade continua...

CIDADANIA:JÁ E EM FORÇA…
Dando continuidade à transcrição, por parcelas, das matérias que considero mais relevante da publicação do IDP, denominada “PLANO C”   O COMBATE DA CIDADANIA  segue-se a identificação dos autores dos textos que a integram e um resumo das questões por cada um tratadas; vejamos, então:
-José Gomes de Almeida, inicia a secção sobre SOCIEDADE, afirmando que Plano C significa maior investimento na Cultura e renovação das elites através do conhecimento.
-Uma nova Lei do Mecenato para as empresas serem estruturas da Cultura e uma nova fronteira entre mecenato cultural e Marketing comercial, é a proposta de Jorge Pereira de Almeida.
-Carlos Reis Marques, afirma ser urgente haver plataformas informativas que proporcionem o acesso aos conteúdos dos actos governativos.
-Luís Salgado de Matos diagnostica o papel da mais significativa das estruturas mediadoras da sociedade portuguesa: a Igreja Católica. Opina, entretanto, que a diminuição das funções não religiosas restringe muito a base de recrutamento do clero diocesano e debilita a acção da paróquia.
-A secção sobre o ESTADO, abre com um artigo de RUI RANGEL, sobre as várias crises de que é composta a crise da Justiça, afirmando ser uma exigência prioritária a criação de uma lei para responsabilizar criminalmente os governantes e políticos que, por gestão danosa ou negligência grosseira, levem o país à bancarrota.
-Para sair do pântano fiscal, Paulino Brilhante Santos expõe as bases para um sistema fiscal justo e equitativo, o que exige uma intervenção de fundo na simplificação, sobretudo, do IRS e do IRC.
-Pedro Policarpo, diagnostica o mau estado da administração pública, opinando que a gestão do actual governo com o programa de intervenção da Toika não tem sido diferente da gestão anterior e refere o fiasco do PREMAC.
-Mendo Henriques, vem propor o Rendimento de Cidadania (RC), que deve englobar o conjunto de dotações do Estado aos cidadãos, sendo o RC um investimento na natalidade, na escolaridade, no voluntariado e na Segurança Social.
-Como renovar o poder local é a ideia defendida por Álvaro Neves da Silva. A todos os concelhos a identidade, aos municípios a gestão supra concelhia. Defende ser necessário valorizar as boas práticas e sistemas de prestação de contas do poder local e afirma que Regionalizar é revitalizar os elos perdidos entre a terra e o povo.

Como se constata, trata-se de um conjunto de ideias que merecem e justificam um estudo atento e isento, ficando as restantes para uma próxima publicação. (cont.)

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