quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

NUNCA TÃO OPORTUNO FOI...

CIDADANIA:JÁ E EM FORÇA…
Factores de natureza pessoal só agora permitem dar continuidade à transcrição de algumas das passagens da Publicação “Plano C  O Combate da Cidadania”, uma publicação da responsabilidade do IDP-Instituto da Democracia Portuguesa que contou com a colaboração  de 23 personalidades dos mais diversos quadrantes políticos, sendo escolhidos, em cada um dos 23 textos, as passagens que consideramos mais relevantes e apropriadas ao momento que Portugal vive, num critério meramente pessoal e pelo qual somos os únicos responsáveis.
Mas tal critério de modo algum impede que, directa  ou  indirectamente, dois princípios básicos do IDP deixem de estar presentes: CIDADANIA e BEM COMUM.
E o Prefácio, da responsabilidade de D. Duarte de Bragança, será o primeiro texto a merecer atenção.
Nele se afirma que “precisamos da participação de todos na vida nacional” “sendo a democracia o regime da liberdade, pelo que é, também, o regime da responsabilidade”, do mesmo modo que é referida a obrigação de “pedirmos a responsabilidade criminal de governantes e políticos que incorreram em gestão danosa dos dinheiros públicos”. De registar que esta tomada de posição foi assumida pelos diversos Movimentos Cívicos presentes oportunamente num Encontro de Miranda do Corvo, constando da Declaração Final, aprovada por unanimidade…
Mais se afirma que “para intervirmos no nosso país, na Europa e no Mundo, precisamos de afirmar os princípios que nos identificam” e que só uma proposta oriunda da sociedade civil tem as virtualidades para satisfazer os anseios da população portuguesa”. Ideias simples, muito simples, poderão afirmar, mas absolutamente angulares para a construção, melhor, para a reconstrução do país por que todos anseiam…
E passemos ao que na publicação é designado por “Ponto de Partida”, e que engloba algumas justificações para designações adoptadas e um resumo das matérias abordadas e identifica os autores dos diversos ensaios.
“Combate da Cidadania: Cidadania, porque ainda vamos a tempo de salvar Portugal das oligarquias que dele se querem apoderar, sobretudo as que nascem da corrupção da democracia. E “Plano C” porque há outros em marcha mas que não estão a ajudar. Plano A é o da Troika, Plano B há vários, dos actuais programas partidários e “Plano C”, finalmente, é o de todos nós, da cidadania, da sociedade civil, das associações mediadoras entre o indivíduo e o Estado. É um plano feito de alternativas concretas, propostas por quem conhece o país, o seu território, a sua história e cultura, sonhos e empreendimentos.
É esse o Plano C que o IDP aqui inicia. O IDP toma partido sem pedir licença aos partidos e escreve o que os políticos deveriam fazer.
O IDP conhece verdades que os políticos sabem mas não podem dizer.
E, assim, nasceu este livro cujos ensaios ganharam forma em debates levados a cabo nos nossos fóruns e reuniões, olhos nos olhos, debates ampliados nas redes digitais e plasmados em entrevistas, comunicados e notas de conjuntura.
Chegou a altura de dizer basta e exigir a sempre adiada reforma do Estado.”
E por hoje ficamos por aqui, na esperança de que o publicitado tenha despertado o interesse para o que, em várias parcelas”, iremos publicando.(cont.)

Campos de Barros

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